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Governo licita 7400 km de linhas de transmissão em abril

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) vai leiloar no próximo dia 24 de abril, na sede da BM&FBOVESPA, em São Paulo, concessões para a construção, operação e manutenção de 7.400 km de linhas de transmissão em 20 estados. O leilão será dividido em 35 lotes, com investimento previsto de R$ 13,1 bilhões, e receita anual permitida (RAP) máxima de R$ 2,7 bilhões.

O edital do certame foi aprovado nesta terça-feira (7) em reunião pública da diretoria da ANEEL e estará disponível a partir do dia 09 de março no site da instituição.

Os empreendimentos serão localizados nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins, com geração de 28,3 mil empregos diretos.

As instalações de transmissão deverão entrar em operação comercial no prazo de 36 a 60 meses a partir da assinatura dos respectivos contratos de concessão.

Veja a lista com os respectivos lotes, empreendimentos e estados:

LOTE

EMPREENDIMENTO

ESTADOS

1

  • LT 525 kV Guaíra – Sarandi – CD, C1 e C2, com 2 x 266,3 km
  • LT 525 kV Foz do Iguaçu – Guaíra – CD, C1 e C2, com 2 x 173 km
  • LT 525 kV Londrina – Sarandi, CD, C1 e C2, com 75,5 km
  • LT 230 kV Sarandi – Paranavaí Norte, CD, com 85 km
  • SE 525/230 kV Guaíra (novo pátio 525 kV) – (6+1 Res) x 224 MVA
  • SE 525/230/138 kV Sarandi (novo pátio 525 kV) – 525/230 kV (6+1 Res) x 224 MVA
  • SE 230/138kV Paranavaí Norte – (6 + 1 Res) x 50 MVA

Paraná

2

  • LT 230 kV Umuarama Sul – Guaíra C2, CS, com 108 km
  • SE 230/138 kV Londrina Sul – (3+1 Res) x 50 MVA
  • Trecho de LT da SE Londrina Sul ao Secc. (LT 230 kV Londrina – Apucarana), C1 – 2 x 4 km

Paraná

3

  • LT 230 kV Rio Verde Norte – Jataí – CD, C1 e C2, com 2 x 136 km
  • SE 500/230 kV Rio Verde Norte (novo pátio 230 kV) – (6+1 res) x 224 MVA

Goiás

4

  • LT 230 kV Rio Brilhante – Dourados 2 C1, com 122 km
  • LT 230 kV Rio Brilhante – Campo Grande 2 C1, com 149 km
  • LT 230 kV Imbirussu – Campo Grande 2 C2, com 57,3 km
  • LT 230 kV Nova Porto Primavera – Rio Brilhante, C2, com 137 km
  • LT 230 kV Nova Porto Primavera – Ivinhema 2, C2, com 64 km
  • LT 230 kV Dourados – Dourados II C2, com 48,2 km
  • SE 230/138 kV Dourados 2 – 2 x 150 MVA
  • Trecho de LT 230 kV Dourados – Ivinhema 2 em Dourados 2

Mato Grosso do Sul

5

  • LT 230 kV Nova Porto Primavera – Rosana CD, com 2 x 18,2 km
  • SE 230/138 kV Rosana (novo pátio 230 kV) – (6+1 Res) x 83,33 MVA em série com 2 TR defasadores 138/138 kV de (2+1 Res) x 250 MVA cada

São Paulo e Paraná

6

  • SE Araraquara 2 – 3 x Compensadores Síncronos 500 kV – (-180/+300) MVAr

São Paulo

7

  • LT 500 kV Miranda II – São Luís II C3, com 116 km
  • LT 500 kV São Luís II – São Luís IV, CD, C1 e C2, com 5 km
  • SE 500/230/69 kV São Luís IV – 500/230 kV, (6+1 Res) x 200 MVA e 230/69 kV, 2 x 200 MVA
  • Trecho de LT da SE São Luís IV ao Secc. LT UTE Porto de Itaqui São Luís II – 2 x 1 km

Maranhão

8

  • SE 500/138 kV Resende (novo pátio 138 kV) (3+1 Res) x 100 MVA

Rio de Janeiro

9

  • LT 230 kV Lagoa Nova II – Currais Novos II, CD, 28 km
  • SE Currais Novos II 230/69 kV, 2 x 100 MVA

Rio Grande do Norte

10

  • LT 230 kV Garibaldi – Lajeado 3, CS, 47 km
  • LT 230 kV Lajeado 2 – Lajeado 3, CS, 16,4 km
  • LT 230 kV Candiota 2 – Bagé 2, CS, 49 km
  • SE Vinhedos 230/69 kV, 2 x 165 MVA
  • SE Lajeado 3 230/69 kV, 2 x 83 MVA

Rio Grande do Sul

11

  • LT 230 kV Coelho Neto – Chapadinha II, CS, 74 km
  • LT 230 kV Miranda II – Chapadinha II, CS, 129 km
  • SE 230/69 kV Chapadinha II – 2 x 100 MVA

Maranhão

12

  • LT 230 kV Imperatriz – Porto Franco, C2, 113 km

Maranhão e Tocantins

13

  • LT 500 kV Xingó – Jardim C2, com 160 km
  • LT 500 kV Paulo Afonso IV – Luiz Gonzaga C2, com 38 km

Alagoas, Bahia, Sergipe e Pernambuco

14

  • LT 230 kV Nossa Senhora do Socorro – Penedo C2, com 109 km

Maranhão

15

  • LT 230 kV Garanhuns II – Arcoverde II, com 89 km
  • LT 230 kV Caetés II – Arcoverde II, com 50 km
  • SE 230/69 kV Arcoverde II – 2 x 100 MVA
  • SE 230/69 kV Garanhuns II – novo pátio 69 kV – 2 x 100 MVA

Pernambuco

16

  • LT 230kV Ribeiro Gonçalves – Balsas – C2 – 95 km

Piauí e Maranhão

17

  • LT 230 kV Guaíba 3 – Nova Santa Rita, com 38 km

Rio Grande do Sul

18

  • LT 500 kV Estreito – Cachoeira Paulista C1 e C2, CS, com 375 km cada

Minas Gerais e São Paulo

19

  • LT 500 kV Fernão Dias – Terminal Rio, com 330 km

São Paulo e Rio de Janeiro

20

  • SE 500 kV Fernão Dias – Compensador Estático 500 kV – (-150/300) MVAr

São Paulo

21

  • LT 525kV Abdon Batista – Siderópolis 2 CD – 261 km
  • LT 525kV Biguaçu – Siderópolis 2 C1 – 149 km
  • LT 525kV Campos Novos – Abdon Batista C2 – 39 km
  • LT 230kV Siderópolis 2 – Forquilhinha C1 – 28 km
  • LT 230kV Siderópolis 2 – Siderópolis CD – 7,5 km
  • SE 525/230 kV Siderópolis 2 (Nova) – (6+1) x ATF 224 MVA

Santa Catarina

22

  • SE 525 kV Biguaçu – Compensador Estático – (-100/+300 MVAr)

Santa Catarina

23

  • LT 500 kV Campina Grande III – Pau Ferro, com 136 km

Paraíba e Pernambuco

24

  • LT 440 kV Cabreúva – Fernão Dias C1 e C2, CD, com 71 km

São Paulo

25

  • SE 440 kV Bauru – Compensador Estático 440 kV (-125/250) MVAr

São Paulo

26

  • LT 230 kV Xinguara II – Santana do Araguaia C1/C2, CD, com 2 x 296 km
  • SE 230/138 kV Santana do Araguaia (novo pátio 230 kV) – 2 x 150 MVA e transformação defasadora

Pará

27

  • SE 500/230 kV Sobral III – Compensador Estático 500 kV (-150/+250 MVAr)

Ceará

28

  • SE 230/69-13,8 kV Caxias II – 2 x 100 MVA
  • SE 230/69 kV Boa Esperança II (pátio novo 69 kV) – 2 x 100 MVA
  • SE 230/69 kV Teresina II (pátio novo 69 kV) – 2 x 150 MVA

Maranhão e Piauí

29

  • SE 440/138 kV Baguaçu – (6+1 R) x 100 MVA
  • SE 440/138 kV Alta Paulista – (6+1 R) x 133,33 MVA
  • Secc. da LT 440 kV Marechal Rondon – Taquaruçu – LT 440 kV – 2 x 58 km
  • Secc. da LT 440 kV Ilha Solteira – Bauru C1 e C2 – LT 440 kV – 4 x 1 km

São Paulo

30

  • LT 500 kV Queimada Nova II – Milagres II C1, com 322 km

Bahia e Piauí

31

  • LT 230kV Xingu – Altamira, C1, com 61 km
  • LT 230kV Altamira – Transamazônica, C2, com 188 km
  • LT 230kV Transamazônica – Tapajós, C1, com 187 km
  • SE 230/138kV Tapajós – 2 x 150 MVA
  • SE Tapajós – Compensador Síncrono (-75 / +150) MVAr
  • SE Rurópolis – Compensador Síncrono (-55 / +110) MVAr

Pará

32

  • LT 230 kV Samuel – Ariquemes C4, com 145 km
  • LT 230 kV Ariquemes – Ji-Paraná C4, com 165 km
  • SE Ji-Paraná – Compensador Síncrono (-90/+150) MVAr
  • SE Ariquemes – Compensador Síncrono (-90/+150) MVAr
  • SE 230/138 kV Jaru – (3+1 R) x 16,67 MVA
  • SE 230/69 kV Coletora Porto Velho – (novo pátio 69 kV) – 1 x 100 MVA

Rondônia

33

  • LT 230 kV Vila do Conde – Tomé-Açu C2, com 125 km
  • SE 230/138 kV Tomé-Açu – 2 x 100 MVA

Pará

34

  • SE 230/138 kV Castanhal – 2 x 150 MVA (novo pátio em 138 kV)

Pará

35

  • LT 230 kV Vila do Conde – Marituba (C2 e C3), Circuito Duplo, com 10,4 km

Pará

Leilão de energia solar em PE vende toda a oferta colocada no certame

O leilão de energia solar realizado pela comercializadora da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper), negociou 3.400 MWh ou 0,938 MW médios de energia dos parques Fontes Solar I e II, da Enel Green Power, em Tacaratu, para o período de 1º de janeiro a 31 de maio. A comercializadora é vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sdec). O restante da geração média de Tacaratu já é consumido pelo Centro de Convenções de Pernambuco desde 1º de junho de 2016.

A comercializadora Kroma Energia, de Recife, arrematou a oferta com um preço superior a R$ 200,00/MWh. Todas as propostas foram superiores ao PLD para a carga pesada da primeira semana de janeiro para o submercado do Nordeste, e metade das propostas apresentadas tiveram preços superiores a R$ 190,00/MWh. E ainda todas objetivaram a compra de todo o lote ofertado e em conformidade com a distribuição mensal objeto do Edital, o que caracteriza “a continuidade do processo de consolidação do mercado de energia de fonte solar no Brasil, totalizando 3,40 GWh de energia a ser consumida no período especificado”.

Segundo relatou o governo do estado de Pernambuco, o interesse por esta energia incentivada foi demonstrado pela participação de dezoito empresas que aderiram ao processo. Todas se habilitaram, sendo 17 dessas empresas comercializadoras e uma geradora. Desses, 14 agentes em São Paulo, duas de Pernambuco, uma de Goiás e uma do Paraná.

Fonte: Da Agência CanalEnergia, Mercado Livre

Cancelamento do leilão de reserva é preocupante, diz GWEC

A GWEC manifestou-se preocupada com o cancelamento do leilão de reserva que seria realizado em dezembro, para contratação de energia eólica e solar, ressaltando o fato de 2016 ter sido o primeiro ano desde 2008 que não se contrata esse tipo de energia em leilões.

“A situação no Brasil é preocupante (…) embora eles ainda tenham um pipeline saudável para até os próximos dois anos”, disse o presidente da associação global da indústria eólica, Steve Sawyer, em mensagem no boletim mensal enviado pela GWEC.

Ele avalia que a indústria eólica pode aguardar uma nova rodada de leilões de energia limpa em todo o continente africano e na América Latina, o que poderia contribuir para um bloco crescente de projetos nestes mercados, classificados pela associação global como emergente.

A GWEC espera que em 2017 a China avance na redução da adoção de tarifas feed-in (como as adotadas pelo Brasil antes dos leilões de energia, no Proinfa) para a geração eólica, medida que entrará em vigor a partir do início de 2018.

Com relação à iminente posse do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, Sawyer destacou que o foco da indústria deve ser para a afirmação do ainda titular, Barack Obama, segundo a qual a mudança para a energia limpa é “irreversível” e que a política federal de curto prazo não poderá mudar esse quadro.

“Os EUA possuem uma quantidade recorde de usinas eólicas em construção”, ressaltou o executivo.

Fonte: Brasil Energia | Fábio Couto

Ministro analisa novo leilão de energia após pleito de governadores

O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, prometeu responder a governadores do Nordeste sobre realização de Leilão de Energias Renováveis nos próximos 30 dias. A informação foi dada ontem, em Brasília, após reunião do ministro com os governadores do Ceará, Camilo Santana, de Pernambuco, Paulo câmara, do Piauí, Wellington Dias, além de representantes dos governos da Bahia e Rio Grande do Norte. Os estados pleiteiam a reversão do cancelamento do leilão de geração com fontes renováveis que ocorreria no mês passado.

“Questionamos a decisão por compreender que um País que se propõe a retomar o crescimento, não pode abrir mão de ampliar suas reservas energéticas”, afirmou o governador Camilo Santana em seu Facebook, após a reunião. Acrescentou que a expectativa é de que, “diante dos nossos fortes argumentos, essa decisão seja repensada e uma nova data do leilão seja marcada para breve, o que irá representar ótimas perspectivas de investimentos para nosso Estado nos próximos anos”, completou.

Durante a reunião, Camilo Santana considerou um contrassenso o Governo Federal sinalizar a retomada do crescimento econômico entre 2017 e 2018 e cancelar um leilão que é importante para movimentar a economia do Estado com novos projetos. Avalia que o cancelamento definitivo iria prejudicar tanto os estados quanto a iniciativa privada, causando insegurança jurídica para os investidores.

O ministro Fernando Filho se mostrou sensível à reivindicação dos governos para que o leilão seja realizado o mais rápido possível. Explicou que teria até março para apresentar a decisão mas que iria antecipar para 30 dias. Considera a possibilidade de rever mesmo que seja realizando um leilão menor.

Fonte: O Povo | Artumira Dutra

Governo de Pernambuco promove leilão de venda de energia solar no ACL

A Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco divulgou edital nesta terça-feira, 3 de janeiro, para a realização de leilão de venda de energia solar no ambiente de contratação livre.

O período de suprimento vai de 1º de janeiro de 2017 até 31 de maio de 2017 e o ponto de entrega é o submercado Nordeste. A modulação é do tipo flat. Os interessados terão até às 18 horas do próximo dia 13 de janeiro de 2017 para enviar os documentos necessários para a AD Diper das 10 às 18 horas de 19 de janeiro de 2017 para enviar a proposta de compra. O resultado será divulgado no dia 20 de janeiro.

Mais informações pelo e- mail energia@addiper.pe.gov.br ou pelo telefone (81) 3181-7354.

Fonte:

ANEEL vai licitar 7.373 km de linhas de transmissão no primeiro semestre de 2017

A ANEEL aprovou abertura de audiência pública para receber contribuições ao edital do leilão de transmissão nº 5/2016, destinado a contratar concessões de serviço público de transmissão de energia elétrica e previsto para o primeiro semestre de 2017.

Serão licitados 34 lotes de empreendimentos localizados em 16 estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe, com expectativa de investimentos da ordem de R$ 12,7 bilhões e geração de 27.415 empregos diretos.

As instalações de transmissão deverão entrar em operação comercial no prazo de 36 a 60 meses a partir da assinatura dos respectivos contratos de concessão. Serão implantados aproximadamente 7.373 km de linhas de transmissão e 13.172 em capacidade de transformação.

Fonte: ANEEL

Diretor da Aneel sugere leilão de 6 GW térmicos no Nordeste

Para Reive Barros, medida ajudaria a estabilizar geração intermitente e recuperar níveis de reservatórios

Por Fabio Couto | Brasil Energia

O diretor da Aneel Reive Barros propôs a possibilidade de se instalar 6 mil MW de térmicas a gás no Nordeste, como forma de reduzir impactos de fatores externos ao sistema elétrico da região. Segundo ele, a adição dessa quantidade seria possível via importação (GNL) ou com uso do gás do pré-sal. O Nordeste vive ainda uma das piores secas da história, com o reservatório de Sobradinho na casa dos 10% de armazenamento pelo segundo ano consecutivo.

Para ele, com a viabilização das linhas de transmissão, as usinas estariam próximas de centros de carga e ajudariam a desenvolver o mercado de gás. Além disso, o bloco térmico poderia permitir estabilizar a geração eólica e ajudaria na recuperação dos reservatórios da região, com baixa capacidade de armazenamento há vários anos.

A ideia de Barros, que participou na manhã desta quinta-feira (1/12) de um seminário realizado pela FGV Energia, é próxima da realização de leilões regionais e por fonte de energia, medidas que eram defendidas pelo então diretor do ONS, Hermes Chipp.

Para Luiz Augusto Barroso, presidente da EPE, e presente ao evento, a realização de leilões por fonte já são uma realidade na prática, mas para que a medida seja oficializada, são necessários aperfeiçoamentos. Ele disse ainda que a entidade não é contra a realização de leilões regionais.

Já Luiz Eduardo Barata, diretor-geral do ONS, considerou a ideia boa, mas a prioridade é a definição da chamada matriz ótima, com a decisão sobre quais fontes serão consideradas viáveis. A preocupação do operador é com a busca de fontes com geração flexível para que se possa reduzir os efeitos de usinas intermitentes no sistema elétrico brasileiro.

Enel faz lance único pela Celg-D e leva distribuidora por R$ 2,187 bilhões

A empresa italiana Enel foi a única a apresentar proposta no leilão de privatização da distribuidora de eletricidade goiana Celg-D, da Eletrobras. A empresa ofereceu R$ 2,187 bilhões por 95% das ações da distribuidora goiana, um ágio de 28% – cerca de R$400 milhões – de acordo com informações divulgadas nesta quarta-feira (30) da agência Reuters. O leilão foi realizado na BM&FBovespa, em São Paulo.

Celg-D
Criada em 1956, a Celg-D atende atualmente 237 cidades goianas (98,7% do território do estado), num total de 2,6 milhões de unidades que consomem 2,4% da energia elétrica gerada no país. A companhia foi eleita pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) por 2 anos consecutivos, em 2014 e 2015, a pior distribuidora de energia do país.

A empresa, que era controlada pelo governo de Goiás, tem histórico de dificuldades financeiras. Por conta disso, em janeiro de 2015 ela foi federalizada e seu controle passou à Eletrobras.

A Eletrobras aprovou um plano de reestruturação que prevê a privatização de outros 6 distribuidoras de energia: Companhia Energética do Piauí (Cepisa), Companhia Energética de Alagoas (Ceal), Companhia de Eletricidade do Acre (Eletroacre), Centrais Elétricas de Rondônia S.A (Ceron), Boa Vista Energia S.A. e Amazonas Distribuidora de Energia S.A.

Fonte: CERNE Press com informações da Reuters

 

Governo muda data de leilão para contratar energia solar e eólica

O Ministério de Minas e Energia decidiu adiar a data de realização do leilão para a contratação de energia solar e eólica. A licitação, que estava marcada para o dia 16 de dezembro, deve ser feita no dia 19 de dezembro. Segundo o ministério, a alteração da data teve o objetivo de ajustar o dia do leilão com o cronograma de eventos da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

No 2º Leilão de Energia de Reserva de 2016 serão negociados contratos na modalidade por quantidade de energia elétrica para empreendimentos de fontes eólica e solar fotovoltaica, com início de suprimento em 1° de julho de 2019 e prazo de suprimento de vinte anos.

Fonte: Sabrina Craide – Agência Brasil

Aneel aprova preços para leilão de energia solar e eólica de dezembro

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou na última sexta-feira (11) o edital e os preços teto para o leilão de energia de reserva marcado para acontecer no dia 16 de dezembro que contratará novas usinas solares e eólicas.

O preço-teto para as usinas solares será de 320 reais por megawatt-hora, enquanto o para os parques eólicos será de 247 reais por megawatt-hora.

Os empreendimentos vencedores do leilão fecharão contratos de venda de energia por 20 anos.

Fonte: CERNE Press