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Geração eólica no Brasil cresce 28% no primeiro quadrimestre de 2017

A produção de energia das usinas eólicas em todo o Brasil aumentou 28% nos quatro primeiros meses deste ano, segundo levantamento do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE) com informações do último relatório divulgado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) em junho.

Entre os meses janeiro e abril, a geração de energia pela força dos ventos alcançou 13.179 megawatts (MW) médios,  um crescimento de 27,19%, comparado ao mesmo período do ano passado, que registrou 10.362 MW médios.

Somente em abril deste ano, as eólicas geraram 3.497 MW médios frente aos 3.169 MW produzidos no mesmo mês do ano passado, representando um acréscimo de 328MW.

Na análise da capacidade instalada (limite máximo de produção de energia) em operação por estado, o Rio Grande do Norte segue como líder no ranking nacional com 3,3GW gerados por 122 parques eólicos em todo o estado.

Fonte: CERNE Press

 

Governo terá grupo de trabalho para analisar suprimento de energia no país

O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) determinou a formação de um grupo de trabalho para aprofundar as análises sobre as condições de fornecimento de energia no país. Também caberá ao grupo definir ferramentas e formas de intensificar a divulgação desse processo para a sociedade, de forma proativa.

Em reunião nesta quarta-feira (5), o comitê avaliou que, apesar de o abastecimento de energia estar assegurado para este ano, a falta de chuva deverá levar a um maior acionamento de usinas termelétricas, o que pode resultar em aumento no custo da operação do sistema. O risco de déficit de energia é igual a 0,8% e 0,1% para os subsistemas Sudeste/Centro-Oeste e Nordeste, respectivamente.

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou que, no final de março, foi verificada energia armazenada de 41,5% nos reservatórios do Sudeste e Centro-Oeste; 43,5% nos do Sul; 21,7%. nos do Nordeste; e de 63,8%, nos do Norte.

Segundo o ONS, o suprimento de energia no Nordeste está garantido mesmo em situações de baixa geração eólica, a partir da compensação por geração térmica e pelo intercâmbio a partir do Sistema Interligado Nacional.

Fonte: Folha de Pernambuco

Itaipu bate recorde de produção diária no primeiro trimestre

A Itaipu Binacional teve a maior produção diária de todos os tempos, no primeiro trimestre deste ano. A média foi de 284.496 MWh, ante os 281.664 MWh de geração diária em 2016, o segundo melhor resultado desde que a usina entrou em operação, há quase 33 anos (maio de 1984). Mesmo com um dia a menos no calendário em relação a 2016, que foi um ano bissexto, e em condições hidrológicas menos favoráveis, a produção acumulada nos três primeiros meses de 2017 praticamente empatou com a do mesmo período do ano passado. Foram 25.604.769 MWh, apenas 0,1% inferior em relação ao recorde trimestral de 2016, que foi de 25.631.082 MWh.
O que Itaipu gerou de janeiro a março deste ano seria suficiente para atender uma cidade como Curitiba durante cinco anos e três meses. A produção de Itaipu no primeiro trimestre já a coloca em segundo lugar, hoje, quando comparada à produção anual entre todas as 4.500 plantas de geração elétrica do Brasil.
Com a marca de 103 milhões de MWh em 2016, a Itaipu Binacional teve um ano histórico e voltou a ser a maior geradora de energia elétrica limpa e renovável do planeta. O volume superou em mais de 3 milhões de MWh o desafio estabelecido em 2012 pela diretoria da empresa. Foi a primeira vez que a hidrelétrica gerou mais de 100 milhões de MWh num ano, uma meta que continua mantida para os próximos anos.
Para o novo diretor-geral brasileiro de Itaipu, Luiz Fernando Vianna, que assumiu o cargo no dia 23 de março e está acumulando também a diretoria Técnica, o resultado operacional até agora é bastante satisfatório, porque a usina está sabendo otimizar a produção, mesmo numa situação hidrológica mais adversa que em anos anteriores.
Ele lembra que, embora estejamos no período úmido do ano (em que normalmente há mais chuvas sobre a Bacia do Rio Paraná), a Itaipu não teve nenhum vertimento no período. Isso significa que estamos num ano mais seco que 2016, o que obriga Itaipu a utilizar, com mais eficiência, toda a água que chega ao reservatório para a geração de energia. Para garantir a produção no nível mais elevado possível em 2017, com a adversidade de afluências prevista, Vianna diz que será preciso manter uma estratégia aprimorada de operação e manutenção.
No primeiro trimestre, o Fator de Capacidade Operativa, que mede a eficiência na utilização das águas, foi de 100% em Itaipu. “Isso é resultado de um trabalho de coordenação muito complexo, uma vez que depende da performance das diversas áreas da Diretoria Técnica da usina, como engenharia, obras/montagens, manutenção e operação, assim como da parceria contínua entre a Itaipu e empresas envolvidas em sua cadeia produtiva, como a Eletrobras, a paraguaia Ande, o Operador Nacional do Sistema, a Copel e Furnas.”
Fonte: Canal Energia

Número de usinas eólicas se aproxima de 500 instalações no país

O número de usinas de geração de energia eólica no Brasil se aproxima de 500 instalações, passando de 86 parques em janeiro de 2013 para 459* em janeiro desse ano. O crescimento das usinas eólicas colocou o Brasil entre os dez países com maior capacidade instalada de geração eólica no mundo, atingindo 10.444 MW em janeiro de 2017.  Os dados sobre usinas e capacidade de geração são do Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro, elaborado pelo Ministério de Minas e Energia (Jan-2017).

A energia eólica também se destaca na matriz de capacidade elétrica brasileira, e vem sendo muito expandida nos últimos anos. Na comparação com janeiro de 2016, a capacidade instalada eólica cresceu 31%, ficando na frente de outras fontes como hidráulica (6,5%) e térmica (4,1%).

Considerando toda a capacidade instalada, o País totalizou, em janeiro de 2017, 151.890 MW, com acréscimo de 10.206 MW em um ano, sendo  5.962 MW de fonte hidráulica, 2.476 MW de fonte eólica, 1.706 MW de fontes térmicas e 62 MW de fonte solar.

Com a expansão da fonte eólica no Brasil, a matriz de geração de energia elétrica tem se tornado mais limpa. A previsão do Plano Decenal de Expansão de Energia é que, até 2024, a matriz de capacidade instalada da fonte eólica chegue a 24 GW.

Operação comercial

Entraram em operação comercial no mês de janeiro 1.180 MW de capacidade instalada de geração, 297 km de linhas de transmissão e 558 MVA de transformação na Rede Básica, com destaque para a unidade geradora – UG 4 da usina hidrelétrica – UHE Belo Monte (611 MW), para a UG 6 do sítio Pimental (39 MW), e para a LT 500 kV Barreiras II / Rio das Éguas C2, com 244 km de extensão.

O Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro é o documento oficial elaborado pela Secretaria de Energia Elétrica do MME com informações atualizadas e consolidadas sobre a operação eletroenergética no Brasil, permitindo o registro e acompanhamento de temas relevantes do Setor Elétrico, tais como a expansão e o desempenho dos sistemas de geração, transmissão e distribuição, as condições hidrometeorológicas, a política operativa adotada, o comportamento do mercado consumidor e as ocorrências de maior impacto ao Sistema Elétrico Brasileiro (SEB).

*Os dados do boletim considerando também as informações referentes à geração distribuída.

 

Fonte: Ministério de Minas e Energia

Microgeração já cresce mais rápido que em 2016

É comum dizer que, no Brasil, o ano só começa após o carnaval. Mas para a geração distribuída, o trabalho já está mais intenso do que foi em 2016. Entre janeiro e fevereiro deste ano, foram conectadas 1.063 microusinas, com 17,3 MW de capacidade, uma média de 531 usinas por mês. Em igual período do ano passado, foram instalados 612 projetos (4,4 MW), segundo dados da Aneel, ou 306 usinas por mês.

Entre as usinas instaladas neste ano até fevereiro, apenas cinco não são da fonte fotovoltaica: há dois projetos a biogás (3,6 MW), dois eólicos (5 MW) e uma hidrelétrica (1,8 MW). Os projetos, entretanto, correspondem a mais da metade da capacidade instalada no período.

Durante o resto do ano, o ritmo deve se acentuar, como ocorreu em 2016. No ano passado, ao todo, foram instalados 5.958 microusinas de geração (65,8 MW), uma média de 496 conexões por mês – ainda abaixo da média dos dois primeiros meses de 2017. Especialmente se for considerado o fato de que a indenização das linhas de transmissão que renovaram contratos de concessão vai resultar em aumento nas tarifas de energia a partir de meados do ano, pressionando ainda mais os consumidores.

Rumo aos 100 MW

Ao todo, o país contava até o final de fevereiro com 8.777 unidades de micro ou minigeração de energia renovável, que abastecem 9.757 unidades consumidoras. Essas microusinas já somam 98,9 MW de capacidade instalada, superando projetos de autoprodução ou de pesquisa e desenvolvimento em operação no país – ou seja, aqueles que não exportam energia para a rede e nem compensam a geração na tarifa -, que, por sua vez, têm um capacidade de 27,7 MW.

Fonte: Brasil Energia | Livia Neves

Relatório Rethinking Energy é lançado durante assembleia geral em Abu Dhabi

A terceira edição do Rethinking Energy da Agência internacional de Energia Renovável (Irena, na sigla em inglês), foi lançado no último domingo, 15 de janeiro, durante a sétima assembleia geral da entidade, realizada em Abu Dhabi. Na publicação o destaque ficou para a queda de custos das fontes, movimento impulsionado pela inovação tecnológica e políticas que vêm estimulando a implantação de energias renováveis, associadas a uma miríade de benefícios sócio econômicos.

A publicação destaca como os investimentos globais em renováveis vêm crescendo constantemente por mais de uma década, passando de menos de US$ 50 bilhões em 2004 para um recorde de US$ 305 bilhões em 2015. E, apesar deste enorme crescimento, aponta a entidade os atuais níveis de aportes e implantação de projetos estão a avançar ainda mais para cumprir as metas internacionais de redução de carbono.
Segundo avaliação do diretor geral da Irena, Adnam Amim, as renováveis estão ganhando terreno em qualquer tipo de comparação e que acelerar o ritmo dessa transição energética, bem como expandir seu alcance para além do setor de energia não só reduzirá as emissões de carbono, bem como melhorará a vida das pessoas, criará empregos, atingirá as metas de desenvolvimento e assegurará um futuro mais limpo.
Mas alertou ainda que à medida que avança em direção a um novo paradigma de energia, o mundo precisa continuar a acelerar os esforços de descarbonização. E nesse sentido, políticas públicas continuam a ser cruciais para este fim. E apontou que os segmentos de aquecimento, refrigeração e o potencial das renováveis para o transporte são áreas onde os esforços futuros são necessários.
O relatório lançado pela entidade traz a perspectiva de que a fonte solar fotovoltaica crescerá rapidamente em capacidade instalada e geração e que as novas formas de armazenamento representarão uma aliada importante para o crescimento das fontes intermitentes. “A Irena estima que o armazenamento poderá crescer do atual status de menos de 1 GW para 250 GW até 2030”, indicou.
Além disso, as renováveis que não estão conectadas à rede proveem energia para cerca de 90 milhões de pessoas. O relatório da entidade aponta como essa tecnologia pode proporcionar o acesso de energia moderna a centenas de milhões de pessoas e assim levá-las a alcançar os objetivos de desenvolvimento.
Ainda durante a sétima assembleia da Irena, foi anunciado que quatro projetos em países em desenvolvimento foram selecionados para receberem US$ 44,5 milhões em recursos destinados pelo Abu Dhabi Fund for Development e Irena. São eles Ilhas Marshall, Níger, Seychelles e Ilhas Salomão.
Ambos os assuntos foram abordados na assembleia que ocorreu em 14 e 15 de janeiro em Abu Dhabi, que contou com representantes de mais de 150 países e lideres de organizações internacionais. Os destaques desse ano foram duas mesas redondas que abrangeram a inovação no setor de energia e catalisaram a implantação de fontes renováveis off-grid para o desenvolvimento. E ainda, discussões pragmáticas sobre como a captação do setor privado para investimentos em renováveis bem como a descarbonização por meio da inovação.
Fonte: Agência CanalEnergia, Investimentos e Finanças

Produção de energia eólica cresce 53,4% entre janeiro e novembro de 2016

A geração de energia eólica em operação comercial no Sistema Integrado Nacional (SIN) entre janeiro e novembro de 2016 totalizou 3.667 MW médios, um crescimento de 53,4% ante os 2.390 MW médios produzidos no mesmo intervalo de 2015, informou nesta terça-feira, 10, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

De acordo com a entidade, a geração total das usinas do sistema no período em questão alcançou 61.543 MW médios, o que implica uma alta de 0,3% na base anual. Os dados constam no boletim InfoMercado, divulgado mensalmente pela CCEE.

Assim, a produção de energia eólica nos primeiros 11 meses de 2016 representa 6% da geração total. A fonte hidráulica, que engloba usinas hidrelétricas de pequeno e grande porte, respondeu por 45.371 MW médios, o que equivale a 73,7% do total, enquanto a geração térmica foi responsável por 12.505 MW médios, ou 20,3%.

Eólica por Estado

Ao analisar os números por Estado em novembro, os dados da entidade mostram que o Rio Grande do Norte segue como o maior produtor do País de energia eólica, com 1.589 MW médios, uma alta de 82% em relação ao mesmo mês do ano passado. Em sequência, aparecem Ceará, com 1.038 MW médios (+68%), e Bahia, com 684 MW médios (+87,6%).

Fonte: Estadão Conteúdo

Brasil tem recorde histórico de aumento de capacidade de geração

O Brasil registrou em 2016 o maior volume de aumento de capacidade instalada desde 1998,  ano em que começou a ser divulgado esse dado. Até dezembro foram adicionados ao sistema elétrico nacional 9.526 MW. Esse resultado foi obtido como consequência da expansão hidrelétrica, que contribuiu com cerca de 5.000 MW, o equivalente a 53% do total. A informação é da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Nesse período, segundo a Aneel, os destaques ficaram para a conclusão da motorização da UHE Jirau (RO, 3.750 MW), que adicionou 975 MW em nova capacidade de geração. E ainda, a UHE Teles Pires (MT/PA, 1.092 MW) que entrou em operação comercial em sua totalidade; a UHE Santo Antônio (RO, 3.568 MW) que acrescentou 652 MW ao sistema; e a maior de todas veio da UHE Belo Monte (PA, 11.233 MW) que somente em 2016 incrementou o SIN com 1.989 MW em operação comercial. A segunda fonte com maior capacidade instalada acrescida foi a eólica, com 2.564 MW, 27% do total da capacidade instalada em 2016, até novembro.

A fonte eólica, no ano, teve um aumento superior a 20% com relação à capacidade instalada em 2015. Até dezembro de 2016, havia 10.092 MW nas usinas eólicas em operação. O estado do Rio Grande do Norte foi o que mais contribuiu para o incremento da potência eólica instalada no país, com cerca de 920 MW, seguido pelo Ceará, com acréscimo de aproximadamente 600 MW, e o estado da Bahia, com 520 MW incrementados.

As usinas termelétricas contribuíram para um acréscimo de 1.758 MW, representada por 18% do total. Destaque foi dado para a UTE Maranhão III com 518,8 MW de capacidade em operação comercial. As Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) somaram 203 MW, 2% do total, em 2016.

Previsões

Para 2017, a fonte com maior expectativa de crescimento absoluto é a hidrelétrica, a partir de grandes usinas, com aproximadamente 4.000 MW. O crescimento relativo da fonte eólica novamente deverá ser expressivo, com um incremento de cerca de 2.400 MW.

Também se destacam a continuidade da motorização da UHE Belo Monte, a entrada em operação comercial de complexos eólicos e da UTE Mauá 3 (590 MW), em construção na cidade Manaus-AM.

O acompanhamento da expansão da oferta de geração de energia elétrica abrange todos os empreendimentos em implantação no território nacional, qualquer que seja a fonte de energia, e pode ser consultado aqui.

Fonte: CERNE Press com informações da Aneel

Fator de disponibilidade de eólicas e térmicas com CVU nulo ficará suspensa em 2017

Sueli Montenegro, da Agência CanalEnergia,

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica foi autorizada a suspender, em 2017, a aplicação do Fator de Disponibilidade na contabilização da energia de usinas eólicas e termelétricas inflexíveis com Custo Variável Unitário nulo, que tiveram a garantia física estabelecida em legislação especifica. A decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica deverá ser considerada para 15 usinas eólicas e 48 térmicas com F-Disp inferior a 1,ou seja, abaixo de 100% da disponibilidade de geração para o ano que vem. A CCEE vai adotar o valor 1.

As Regras de Comercialização de Energia Elétrica estabelecem que o cálculo da garantia física apurada – que corresponde à energia produzida por cada usina – será feito a partir da aplicação do fator de disponibilidade sobre a garantia física estabelecida para o empreendimento. Os valores são publicados pela CCEE até o dia 31 de agosto de cada ano, e valem para o ano seguinte.

No mês passado, a Câmara de Comercialização solicitou orientação da Aneel sobre o procedimento a ser adotado em relação ao fator de disponibilidade das termelétricas a biomassa com CVU nulo. Havia o receio de que, com a revisão das garantias físicas dessas UTEs a partir de janeiro de 2017, houvesse uma “possível degradação em duplicidade dos montantes” definidos para os empreendimentos. A revisão dos valores da energia destinada à contratação foi definida em setembro pelo Ministério de Minas e Energia para quatro usinas eólicas, e em outubro para 51 UTEs a biomassa.

Geração eólica tem aumento de 53% em 2016

Entre janeiro e outubro de 2016, a geração de energia eólica em operação comercial no Sistema Interligado Nacional (SIN) cresceu 52,7%. As usinas da fonte produziram 3.577 MW médios frente aos 2.343 MW médios gerados ao longo dos dez primeiros meses do ano passado. Os dados são do boletim InfoMercado mensal da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

A geração total das usinas do Sistema, por sua vez, alcançou 61.517 MW médios entre janeiro e outubro de 2016, montante 0,4% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando foram produzidos 61.258 MW médios.

Na geração eólica por estado, os dados consolidados da CCEE indicam que o Rio Grande do Norte permanece como maior produtor do país com a produção de 1.580 MW médios em outubro, aumento de 49,5% em relação ao mesmo período do ano passado. Em seguida, aparece o estado do Ceará com 922 MW médios (+23,2%) produzidos, a Bahia com 824 MW médios (+52,9%) e o Rio Grande do Sul, que alcançou 760 MW médios (+33,1%) no mês de outubro.

A fonte hidráulica, que engloba usinas hidrelétricas de pequeno e grande porte, também teve incremento na produção e registrou 45.535 MW médios, volume de energia 7% superior ao registro em 2015 quando as usinas da fonte geraram 42.559 MW médios. Já a geração térmica (12.404 MW médios) teve um desempenho 24,1% inferior ao alcançado no ano passado, quando as usinas da fonte geraram 16.334 MW médios.

Fonte: Agência CanalEnergia , Operação e Manutenção